As minhas SMS

É sempre tempo de dizer “amo-te”
Nunca o direi vezes demais.
Beijar-te sempre e falar “quero-te”.
Mostrar que te amo cada dia mais.

As minhas SMS

Tanta gente. Uns vem, outros vão.
Mas eu não te vejo, no meio deles.
Sinto tão pequeno o meu coração,
É só a ti que eu quero e não eles.

Sós nada somos

Vou ver o tempo que faz
Sem ter tempo para mim
Vendo todos,
aqueles que passam
e a quem só interessa, o fim.

Surpresos quando descobrem,
Que nada valem só por si.
Loucos não vão entender
Que os outros…,
São “eles” também.

Que de nada vale correr,
Atrás da própria sombra,
eles correm.
Muitos…,
Nem têm tempo para ver.
Nem para perder...
Eles dizem.

Mas tempo perdido foi,
aquele, que com dor,
os pariu sua mãe.

Os teus olhos

Esse teu olhar...
Que fura o meu peito,
Que me trespassa o corpo
E lhe ocupa as entranhas.
Que me domina por dentro;
Que me rouba a razão,
Me enche de ilusao,
Em nome da paixao;
Que sinto gotejar e crescer:
Lenta, devagar, com prazer,
Tomando conta do meu ser.
Tu corres-me nas veias,
A minha vida esteias,
És meu culto favorito.
Habitas o meu espirito,
No mais fundo da minha alma,
Onde nao entra vivalma...
Lá onde arde a chama,
Que por dentro me inflama,
Que me dá a vida e o alento,
A força, a paz e o sustento.
Tu és a minha crença,
Meu amor e minha querença.
Tu és o coração que bate em mim,
E sê-lo-ás sempre até ao fim.

Poema que não lês

Que dor amarga tenho eu
Que por entre lágrimas escrevi
Este poema que não lês.

Como carta se perdeu
Da minh'alma para ti
E que finges que não vês

No meio do teu desatino
Nem tão pouco te interessa
Que meus versos tenham destino

Fechas-me o teu coração
Bato em porta fechada
Como bandido sem perdão

Não me importa a frustração
Que causa tua boca calada
Á minha maltratada paixão

Mais vale de longe te ver
Talvez com outro, a sorrir
E a verdade já conhecer

Que uma vida a te querer
O teu perdão a pedir
E jamais o vir a ter

As minhas SMS

O tempo passa hora-após-hora,
Vivo teu amor em cada instante,
Ontem era menos que agora,
Amanha ainda mais abundante.

Hoje sonhei contigo

Hoje sonhei contigo
Sonhei com o nosso amor
A maneira como te digo
E te faço sentir esse amor
Em simples coisas que digo
Outras que faço por ti
As vezes que me esqueço de mim
Só para te ver sorrir
Ver teus olhos a brilhar
De felicidade sentir
É o que espero até ao fim
Sempre continuar a conseguir
Nesses lindos olhos o brilho colocar
Nunca ver lágrimas deles a cair
Acordar depois de te sonhar
Amar-te para poder dormir
Sentires este amor que te digo
Como eu sinto ao respirar
Porque hoje sonhei contigo

O silêncio do papel

Preciso do silêncio para te falar
Das coisas belas que ele me traz
Que em mim faz despertar
Mas sem ele não serei capaz

Memorias que os sonhos recordam
Imagens que a eles assomam
Aquelas que não consigo contar
Porque palavras me estão a faltar

E como o silêncio não se faz
Apenas poderei escrever,
Nesta folha que me apraz
O que te não consigo dizer.

E o som da caneta a roçar
Neste papel o silencio a rasgar,
Como peça musical vou compor
O que teus olhos no silêncio irão ver
Estes versos que rabisco por amor
Coisas belas que sempre te irei escrever